Como ser solteira

O filme conta a história de Alice. Mas tem também a história da Lucy, do David, do Josh, da Robin, da Meg e do Tom.

Após passar os anos universitários ao lado do então namorado que conheceu neste ínterim, Alice chega à conclusão de que nunca esteve realmente sozinha.

Morou com os pais, em uma república e com o namorado; e em função disto, resolve dar um tempo em seu namoro, alegando que precisa aprender o que é solteirice ou reaprender como ser solteira… Como estar só… Ou seria consigo mesma?!

Se muda para uma metrópole que é aonde tudo acontece e as coisas começam a acontecer…

Conhece Robin, que curte a vida adoidado e esta, além de apresentar lhe a vida noturna e agitada, também lhe apresenta Tom, o barman que não quer relacionamento sério. O negócio dele se chama diversão. O que ele deixa claro para quem queira ouvir, até o dia em que se vê apaixonado pela Lucy.

Garota que através de um algoritmo, cria uma forma de “encontrar” os caras mais adequados ao seu perfil em sites de relacionamento (o que é provado ao decorrer do filme não ter bons resultados).

Após uma noite com Tom, Alice conclui que sente falta de Josh e resolve procurá-lo. Este já está em outra e diz que todas as certezas que tinha antes com relação ao seu sentimento por ela, hoje parecem não lhe fazer sentido.

Alice volta correndo para o colo da irmã Meg chorando as pitangas, e acaba sendo um pouco grosseira com quem lhe estendeu a mão.

Meg, que é uma médica bem sucedida e plenamente realizada,  se vê em um impasse, quando encontra-se sozinha com o bebê de uma de suas pacientes, e percebe que é hora de ser mãe, solteira.

Indiretamente, este acabando sendo o primeiro de uma sequência de fatos que ocorrerão para que Alice amadureça.

Ela, que até então estava passando um tempo no apartamento da irmã, terá que se mudar por imposição do condomínio e se verá um pouco perdida em tarefas banais como abrir o zíper do próprio vestido.

Entretanto, no meio do caminho, Alice conhece David.

Pai solteiro, que não superou a perda da esposa e ainda não teve coragem de contar à sua linda filha Phoebe, o que aconteceu à sua mãe.

Contudo, David é mais uma daquelas pessoas que diz o ditado e as frases feitas, que se cruzaram o seu caminho era porque tinha que ser – o que não faz o menor sentido e também não tem cabimento – e não deu em nada; apenas a fez perder tempo.

Porém, Alice começa a fazer coisas que sempre disse que gostaria de fazer, mas por quaisquer outros motivos, nunca havia tido coragem… Aula de defesa pessoal, aula de culinária, sentar no peitoril da janela de sua nova casa para ler um livro e até a brilhante ideia de criar um equipamento capaz de abrir o zíper de seus vestidos.

… E entre discussões com Robin, conversas com Tom e David, reencontros com Josh e o nascimento do bebê de Meg, Alice descobre-se e percebe que pela primeira vez, não era só da boca para fora que dizia querer estar sozinha… Em algum momento a ficha caiu e ela percebeu que realmente queria estar sozinha e esta experiência em conjunto com outras, foi a melhor escolha, naquele momento para a sua vida.

E apesar de não ter ouvido boas críticas sobre o filme, até que não achei de todo ruim… Típico de sessão da tarde!!!

Eu gosto… Nada melhor do que ficar jogada no sofá ou na cama da gente com um pote de pipoca e um copo de guaraná. 😉

Ah, e antes que me esqueça, tem a trilha sonora… Que vai de Fifth Harmony (minha sobrinha de três anos adora), passa por Sam Smith, The Arcs, Phoebe Ryan, Walk Off The Earth feat. Selah Sue e termina em Hailee Steinfeld, The Cairo Gang, Peaches, Charli XCX entre alguns outros.

CintiaOlimpio

CintiaOlimpio

Eu sou uma misturinha de tudo...
Loucura, sensatez, bagunça e lucidez...
Tem um pouco de mim aqui... Outro tanto acolá e muito espalhado por aí.
Sou uma mistura de sol, vento, brisa e mar...
Vezes calmaria e outras ventania... Menina.
Apaixonada pelas palavras, pelos sorrisos alheios, por mãos e por costas... Por mentes brilhantes também.
Devoradora de livros e um tanto desequilibrada quando se trata de natureza, esportes radicais e liberdade.
Escolhi os números como profissão, mas tenho descoberto que posso ser bem mais do que isto... Posso me tornar o que eu quiser... E provavelmente, me tornarei um tanto de outras coisas!!!
CintiaOlimpio

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