John Mayer

Desde quando comecei a escrever os textos, tive uma vontade enorme de escrever sobre uma de minhas paixões: a música. E quando eu falo de música, me vem à mente um número enorme de artistas/autores que me levam para longe ao ouvi-los e o grande prazer que sinto em ouvir uma canção e encontrar nas letras de tais músicas a tradução para tudo o que sinto ou queria poder dizer.

A vontade de escrever se misturou com a vontade de falar sobre John Mayer. Se fosse a… Hummm… Sei lá, talvez um ano atrás e me perguntassem qual o meu cantor preferido, todos saberiam que a resposta seria Justin Timberlake. Porém, hoje, eu surpreenderia por não escolhê-lo. Não, eu não deixei a minha loucura (sadia) pelo JT de lado, pois esse amor nasceu na época do N’Sync, acreditem; entretanto, abri o coração e permiti que outros também o habitassem.

Enquanto escrevia, eu o ouvia e ele me inspirava ainda mais. O cara é definitivamente incrível, em minha opinião. Se me perguntarem se sou fã número um dele neste momento, eu negarei, até porque se tornar fã número um de alguém requer tempo e disposição. Eu sou apenas uma ouvinte e admiradora das canções, das letras, dos solos de guitarra, da voz rouca, do simples tocar de gaita… E que voz. O que surpreende é que ele não é apenas um rostinho bonito. Aliás, que rosto. Eu o acho encantador; não é aquele cara que você olha e diz: “uau” imediatamente, mas se você parar e olhar com mais cuidado, será possível perceber um olhar lindo, um meio sorriso fascinante e para mim, as tatuagens fazem parte do pacote… Além da simplicidade e humildade contagiantes (aparentes).

Mas eu não vim falar de nada disto. A beleza dele é apenas um complemento ao que ele faz com o dom herdado de Deus. Amo as canções dele e cada vez que as ouço, tenho o enorme prazer de redescobri-las, e parece até que foram confeccionadas à mão para mim, bom, e talvez, para metade do mundo, que saboreia as músicas dele tanto quanto eu.

Acho que no momento, a minha predileta é a “In Your Atmosphere”; a versão Live in LA é apaixonante. Fala sobre partir, sobre ficar, sobre sentir algo em relação ao outro. É apenas o John, um banquinho, microfone e violão. E um violão é um violão. Mas suas canções falam de milhares de coisas, tem “Daughters, Say, Your Body Is a Wonderland, Free Fallin, Who You Love, Stop This Train, Why Georgia, Who Says” e talvez mais umas cem, duzentas músicas por aí, e para todos os gostos.

Abaixo, deixo alguns vídeos para começarem a entender do que eu estou falando.

Conselho: ouçam.

Vale a pena e juro, não estou ganhando nada com isto. Estou apenas dividindo o gostinho de podermos apreciar o que é bom, no meio de tantos gostos musicais duvidosos (sem críticas). De verdade, vale muito a pena e creio que irão se apaixonar tanto ou mais que eu… Mas lhe deem uma chance; talvez à primeira ouvida soe meio estranho, mas isto normalmente acontece com tudo o que nos é novo, contudo experimentem outras vezes. Eu garanto.

CintiaOlimpio

CintiaOlimpio

Eu sou uma misturinha de tudo...
Loucura, sensatez, bagunça e lucidez...
Tem um pouco de mim aqui... Outro tanto acolá e muito espalhado por aí.
Sou uma mistura de sol, vento, brisa e mar...
Vezes calmaria e outras ventania... Menina.
Apaixonada pelas palavras, pelos sorrisos alheios, por mãos e por costas... Por mentes brilhantes também.
Devoradora de livros e um tanto desequilibrada quando se trata de natureza, esportes radicais e liberdade.
Escolhi os números como profissão, mas tenho descoberto que posso ser bem mais do que isto... Posso me tornar o que eu quiser... E provavelmente, me tornarei um tanto de outras coisas!!!
CintiaOlimpio

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